Estudos observacionais em epidemiologia
| Com desfecho | Sem desfecho | Total | |
|---|---|---|---|
| Exposto | a = 45 | b = 25 | 70 |
| Não exposto | c = 15 | d = 35 | 50 |
| Total | 60 | 60 | 120 |
a: expostos com o desfecho
b: expostos sem o desfecho
c: não expostos com o desfecho
d: não expostos sem o desfecho
Qual medida a coorte estima diretamente e o caso-controle clássico não estima?
Em uma coorte, 30% dos expostos e 10% dos não expostos desenvolveram o desfecho. Qual é o risco relativo?
| Com desfecho | Sem desfecho | Total | |
|---|---|---|---|
| Exposto | a = 40 | b = 160 | 200 |
| Não exposto | c = 24 | d = 276 | 300 |
| Total | 64 | 436 | 500 |
Risco: 40/200 = 20% nos expostos e 24/300 = 8% nos não expostos
RR = 0,20 / 0,08 = 2,5 (IC95%: 1,6 a 4,0)
Diferença de risco: 12 pontos percentuais. Fração atribuível nos expostos: 60%
Taxas: 50 e 16 por 1.000 pessoas-ano; razão de taxas = 3,1
RR = [a / (a + b)] / [c / (c + d)]. Diferença de risco (p.p. = pontos percentuais) = risco nos expostos menos risco nos não expostos. Valores fictícios, para exploração em sala.
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